Biblioteca de 20 tipos de atividades gamificadas para uso psicopedagógico: memória, sequenciamento, categorização, QuizGame, leitura e matemática. Com bandas avaliativas, desempenho por sessão e integração ao PDI — integrado ao prontuário.
A gamificação só tem valor clínico quando gera dados de desempenho vinculados ao PDI e ao prontuário.
Usar apps de jogos cognitivos externos durante a sessão desconecta a atividade do prontuário — o terapeuta não consegue registrar o desempenho, vincular ao PDI ou gerar relatório sem transcrição manual.
Sem bandas avaliativas e histórico por sessão, o jogo vira entretenimento sem valor documentacional — e não contribui para demonstrar evolução terapêutica para pais, escola ou convênio.
Prescrever atividades de casa em papel ou por mensagem não cria registro no prontuário e impede o acompanhamento de adesão — o terapeuta não sabe se a tarefa foi feita antes da próxima sessão.
20 tipos de atividades gamificadas com bandas auxiliares e PDI integrado, sujeitos à interpretação profissional.
Memória, sequenciamento, categorização, quiz, leitura, matemática e outros formatos para uso profissional conforme o objetivo definido.
Atenção, memória de trabalho, funções executivas, processamento fonológico, consciência fonêmica, raciocínio lógico e linguagem — áreas-chave da intervenção psicopedagógica.
Média de 5 partidas por tipo de jogo com bandas de desempenho (abaixo/dentro/acima). Não é diagnóstico — é dado auxiliar para o terapeuta acompanhar tendência de evolução.
Desempenho nos jogos vinculado às metas do PDI por domínio cognitivo. Evolução no jogo alimenta o gráfico radar do PDI — visão integrada de progresso por área.
Psicopedagogo prescreve atividades de casa da biblioteca diretamente no sistema. Responsável acessa pelo portal do paciente. Registro de conclusão vinculado ao prontuário.
Quando vinculados às metas, os resultados das atividades podem compor o relatório de evolução do PDI, cuja proposta assistida por IA exige revisão profissional.
Pais acessam atividades de casa, acompanham progresso nos jogos e comunicam o terapeuta pelo portal — sem WhatsApp pessoal da terapeuta.
Papéis, permissões e contexto de clínica apoiam o controle de acesso. A clínica precisa validar finalidade, base legal e governança do uso.
Os jogos cognitivos têm função de complemento clínico e intervenção gamificada — não de instrumento de avaliação formal com normas padronizadas. As bandas avaliativas indicam desempenho relativo ao histórico do próprio paciente, com disclaimer claro de que os resultados são auxiliares e requerem interpretação do profissional.
Depende do jogo e da idade. Na sessão, o terapeuta conduz a atividade. Para tarefas de casa, jogos mais simples (memória, categorização) podem ser feitos com supervisão dos pais pelo portal. O terapeuta define quais atividades são adequadas para tarefa de casa.
A biblioteca inclui 20 tipos de jogos. Alguns aceitam conteúdo configurável pelo profissional; criação de um novo tipo de jogo do zero não é suportada na interface atual.
Os jogos cognitivos fazem parte do módulo de psicopedagogia, habilitado para clínicas com profissionais de psicopedagogia. Entre em contato para verificar a disponibilidade no seu plano.